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Quando recebemos o diagnóstico de uma doença que torna o nosso ente querido dependente, uma chuva de perguntas inunda a nossa cabeça: "E agora o que fazer?", "Como posso ajudar?", "Como vou organizar-me para dar conta do recado?".

"Aos 75 anos, o meu pai foi submetido a uma cirurgia do coração, no entanto, sofreu um AVC durante o procedimento.Quando teve alta hospitalar, esteve 3 meses em convalescença numa clínica especializada e recuperou alguma mobilidade ainda que reduzida. A minha mãe decidiu mantê-lo em casa mas foi uma aprendizagem difícil.Ele sofreu vários AITs...

Provavelmente, já ouviu, viu e/ou leu nalguma parte algo sobre o envelhecimento da população e chegou a deparar-se com palavras tais como "cuidados", "cuidador", "cuidador formal/informal", "cuidador principal/secundário"....ficando-se a perguntar "O que é isso?", "Que grande salsada é isto?". Tem calma, esta confusão está a ponto de se transformar...